
Ia escrever, há algumas semanas, sobre a questão das sacolas plásticas que acumulamos em casa - fruto de uma reportagem que assisti no Fantástico - mas aí vi que a K fez a mesma coisa e deixei para lá.
Já faz algum tempo que dispenso sacos plásticos para coisas simples, como pequenas compras em padarias, farmácias e papelarias. Para feira (e quando lembro de levar para o supermercado), tenho duas sacolas feitas com saco de cimento, acho. É um negócio rústico que duvido que as meninas apreciem, mas é resistente, funcional e barato.. rsrs
Não sou do tipo “super-consciência ecológica”, mas procuro fazer a minha parte, dentro do possível. Hoje no Terra saiu uma reportagem que a rede de supermercados Wal-Mart estará substituindo suas sacolas por ecobags de algodão. Apoio 100% a iniciativa e faço questão de ajudar na sua divulgação.
Wal-Mart lança em São Paulo e Paraná a Ecobag
Antonio Gaspar
As lojas Wal-Mart de São Paulo e do Paraná passam a oferecer ao público a partir de hoje, dia 16, a Ecobag, uma sacola de algodão, com 50 centímetros de largura por 50 de altura, capaz de suportar até 35 quilos, como alternativa à sacola de plástico. Feita de algodão orgânico, com a inscrição “Eu faço a diferença. Uso Sacola Retornável”, será vendida por R$ 2,00.
Para incentivar o consumo consciente, várias ações foram programadas. As lojas dos dois Estados receberão sinalização diferenciada. Haverá, por exemplo, carrinhos com 880 sacolas plásticas em seu interior e um banner de alerta: “Achou muito? Pois essa é a quantidade de sacolas plásticas que cada brasileiro joga fora em 1 ano. Use sacolas retornáveis.” De acordo a direção do grupo, nas lojas brasileiras da rede são consumidas por ano 1,2 bilhão de sacolas plásticas.
De acordo com o Wal-Mart, as sacolas foram desenvolvidas a partir de uma pesquisa realizada durante três meses com consumidores de Curitiba, no Paraná. As mensagens de incentivo à mudança de hábito de consumo expostas na rede foram desenvolvidas pelo Instituto Akatu. Os banners e diversos adesivos foram produzidos a partir de PET reciclado. Para os funcionários, foram confeccionados jalecos com palavras de ordem incentivando a mudança de consumo.
Segundo Fábio Cyrillo, diretor-comercial para marcas próprias do Wal-Mart, o varejo tem um importante papel na difusão do consumo consciente. O grupo, segundo ele, fez a opção pelo desenvolvimento sustentado. “Faz parte de nossa estratégia comercial ser líder em sustentabilidade”, explica. Além das ações internas, como reduzir em 25% os resíduos sólidos em três anos, Cyryllo diz que a organização vem trabalhando para ter escritórios e cadeia logística sustentáveis, ampliar a reciclagem de lixo, o uso de embalagens sustentáveis, neutralizar carbono, ter funcionários sustentáveis e clientes conscientes.
“Hoje oferecemos ao público 3.500 produtos sustentáveis. Quanto às nossas marcas, acompanhamos os processos e desenvolvimento sustentado das nossas cadeias de fornecimento de carvão, soja, onde temos uma parceria com a Bunge, pescado, carne bovina e produtos provenientes da Amazônia.”
Cyrillo diz que o trabalho com os parceiros tem sido recompensador. “Realizamos encontros e feiras para que nossos fornecedores e parceiros possam conhecer novas tecnologias e possibilidades para seus produtos. Como resultado, hoje podemos substituir as bandejas de isopor por bandejas de fécula de mandioca. Nos produtos com marca própria, nosso fornecedor conseguiu reduzir a embalagem plástica para garrafa de água em 8 gramas. As caixas de papelão nós substituímos por plásticas, que duram mais e podem também ser recicladas.
Para o diretor-comercial do Wal-Mart, o trabalho de fundo é o de preparar as pessoas para a sustentabilidade. “Vamos treinar neste ano 20 mil funcionários, por meio de parceira com Instituo Akatu.”
DiárioNet

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Há muito, muito tempo atrás, antes desta era conhecida como o Kalpa Afortunado, surgiu no mundo um Buddha chamado Djigten Wangtchug Gyalpo. O atendente dele, um monge chamado Guelong Tchökyi Lodro, mostrou grande concentração, inteligência, compreensão e diligência e ele tomou o voto de Bodhisattva deste Buddha.
Amma responde: Existem regras e limites para tudo e nós devemos viver em harmonia com essas regras. Tudo tem sua própria natureza inerente. Deus não deu somente os sentidos aos humanos, mas também uma inteligência discriminativa. Aqueles que não usam seu poder de discriminação, mas que em vez disso correm atrás dos sentidos em busca de prazeres, nunca encontrarão paz ou felicidade. Sempre acabarão sofrendo.
Eu gosto muito da logomarca que criei para o Zephyrus no momento em que preparava minha apresentação para o workshop de São Paulo, com cartões de visitas e a criação deste blog - o problema de ser publicitário é que tudo exige uma programação visual… rs
Venho brincando com fontes há alguns dias para compor uma nova logo e achei legal fazer algumas alterações significativas. No centro da mandala/chakra incluí uma das formas da letra hri, que representa Tchenrezi, o boddhisattva da Compaixão. Tenho motivos pessoais para isso. No total, são 16 pétalas, o que corresponde ao chakra Vishuddha (laríngeo), regente da comunicação e da criatividade - ok, esta conclusão é posterior às escolha da imagem, mas tudo bem… rs.

















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