Tenho uma opinião clara sobre piercings e tattoos: não suporto corpos perfurados e a escolha de algumas imagens é absolutamente lamentável.
De tempos em tempos até me passa a idéia de uma tattoo, mas definitivamente deve ser algo bonito e que conte uma história – ou vira mera pichação.
Mas este post não é para opiniões pessoais ou religiosas a respeito disso, mas para se discutir os aspectos relacionados à energia, principalmente por ter sido, recentemente, testemunha de um fato real.
Dentro de Cura Prânica, piercings e tattoos são mensurados energeticamente para saber se são geradores de energia mal-qualificada.
Falando especificamente sobre tatuagens, existe uma impregnação associada à forma, obviamente. Imagens que evocam dor, morte, perda ou fazem alusão a deidades demoníacas emanam uma vibração diferente de imagens que evocam amor, alegria ou fazem alusão a deidades luminosas. O grau de identificação do tatuado com a tatuagem também conta – quanto mais ele se identifica com a arte, maior a sua influência.
Já assisti muitos episódios de Miami Ink e o que leva algumas pessoas a escolherem uma tatuagem varia muito. Fora as questões superticiosas, há histórias de superação, sim, mas muitas vezes se cristaliza ali uma perda, uma saudade, o que, definitivamente, não é bom.
Da teoria para a prática, depois de se escanear a imagem, caso exista energia mal-qualificada, ela é retirada. Como a tattoo está ali para toda a vida, é recomendável que se faça isso regularmente. A influência energética é tão relevante que alguns curadores mais sensíveis questionam a existência de tatuagens em partes não-visíveis pelo simples fato de sentir a sua presença na varredura inicial.
Não sei o que a Medicina Chinesa fala das tattoos, mas o discurso com relação a piercings é bastante óbvio: a acupuntura trabalha especificamente com o fluxo da energia pelos meridianos através a manipulação de agulhas. Algumas são aplicadas apenas durante a sessão e outras ficam por um período maior, mas são trocadas dentro de períodos pré-estabelecidos caso a caso.
Tenho uma conhecida de grande sensibilidade psíquica. Agora que me preparei para escrever sobre uma história, me lembrei de outra, bem mais antiga: uma vez ela foi a um acupunturista para trabalhar com ansiedade, se não me engano, entre outras coisas. Tinha alguma coisa sobre ela querer ficar mais quieta, mais na dela. O acupunturista colocou várias destas agulhas permanentes nas costas (elas parecem tachinhas que são cobertas por esparadrapo).
No dia seguinte ela me ligou do trabalho dizendo que estava se sentindo muito mal. Depois de mais algumas trocas de ligação ao longo do dia ela foi para o banheiro com uma amiga e pediu para que ela retirasse todas as agulhas que encontrasse. O alívio veio instantaneamente. O floral Rescue ajudou a estabilizar. Conseguiu falar com o acupunturista mais tarde e ele reconheceu que, com o grau de sensibilidade dela, deveria ter feito um trabalho em etapas – algo que, segundo ele, só se descobre a partir de uma reação.
Mais recentemente ela resolveu colocar vários piercings. Na mesma época passou por uma cirurgia e, depois dela, surgiu um problema de prisão de ventre que poderia ser uma conseqüência da mesma. Vinha se tratando sem conseguir ficar livre de uma alimentação especial para que o intestino voltasse a funcionar regularmente.
Em um dia qualquer e por um motivo que desconheço, resolveu implicar com um dos piercings da orelha e o retirou. A primeira sensação foi de um suspiro de alívio que não soube explicar muito bem. Falou comigo a respeito e o velho Google-san me forneceu um mapa detalhado dos pontos de acupuntura. O ponto em que o piercing estava localizado é trabalhado exatamente para lidar com problemas de constipação – termo técnico para a tal prisão de ventre que a incomodou por tantos meses.
De lá para cá tudo voltou ao normal. O problema simplesmente deixou de existir. Por isso a dica: muito cuidado com piercings! Fora todos os perigos que envolvem infecções por falta de higiene do estúdio ou de manutenção inadequada por conta do perfurado, ainda há de se considerar comprometimentos bem mais sutis. E no caso de apresentar alguma disfunção, não deixe de considerar a possibilidade de um piercing ser responsável por isso.
Arquivado em: Uncategorized | Etiquetado: Energia, Medicina Chinesa, Piercing, Saúde, Tattoo

muito bom o seu texto, quero saber mais sobre os efeitos das tatuagens no corpo energético, foi ótimo encontrar seu blog, ja sei por onde começar a pesquisar. XD
Muito legal o texto. Estou procurando no “google-san” (hehehe) sobre energia e tatuagens, pois pretendo fazer uma em breve. Há anos que tenho vontade, mas tenho medo da questão energética, da possível má influ~encia que a mesma pode me causar. Mas no caso de deidades malignas, no japão e até mesmo em alguns cultos afro, temos entidades que parecem ser malignas mas na verdade são de proteção. A Bíblia traz a besta como sendo um dragão, e, no oriente temos significados diferentes para dragões, não necessariamente sendo ruins. E aí, que você acha disso? Preciso de uma opinião, haha!
Obrigado e parabéns pelo texto
Massa
Roberto, se você puder escrever o que tem em mente, ajuda.
De qualquer modo, dentro da Terapia Prânica, quando rola uma situação assim a gente “mede a energia” para saber se a imagem traz alguma influência que não é o que se deseja, entende? Quando a pessoa já é tatuada e a medição indica algum tipo de interferência, sempre haverá cuidados de limpeza com relação a isso.
Eu adoro dragões e ficava bolado com a frase de São Bento que diz Non Draco Sit Mihi Dux (”Não seja o dragão o teu guia”). Teve, inclusive, uma época em que eu assinava em listas da Yahoo! como “Marcelo Draco” e isso começou a me deixar incomodado.
O fato é que se dragões para você representa o força do Criativo, é isso que vai estar impregnado no seu corpo. É disso que você vai se recordar toda vez que olhar tatoo, ativando este sentimento. Se você coloca uma deidade com a qual se identifica e representa para você força, proteção ou qualquer outro atributo elevado, tudo bem.
Conheci um cara que tatuou um Mahakala no braço depois de ter escapado da morte em um acidente com a autorização do lama – ele faz parte de um gompa budista.
Enfim, todas estas coisas contam.
[]’s
Mto bom o texto, este assunto deveria ser mais divulgado, ja que temos visto um n° cada vez maior de pessoas que se submetem a esses adornos, e o que é mais lamentável que muitas crianças, com a aceitação dos pais o fazem.
Já tive piercing na orelha, tempos depois descobri que estava com bruxismo e outros problemas na mandíbula até q meu médico acupunturista reparou no meu piercing,dizendo que estava exatamente no ponto que controla bruxismo.Tirei no mesmo dia,hj aliviou porém ainda tenho um pouco do problema visto que o furo não fechou..